Para quem já paga anúncio todo mês e já trocou de agência pelo menos uma vez

Cansado de agência que não entrega?

O Composer assume a sua aquisição inteira, do anúncio ao contrato, e responde por um número só: a venda.

Quero meu diagnóstico

30 minutos, sem custo e sem cartão. O plano é seu, mesmo que você não vire cliente.

O que o relatório não conta

16 de setembro de 2026

Para quem paga a fatura do anúncio,

Dia 30, três e-mails na mesma tarde.

  • A fatura da plataforma
  • A nota da agência
  • O relatório do mês

O primeiro é a fatura da plataforma de anúncio, e essa já saiu da conta antes de você abrir.

O segundo é a nota da agência, com vencimento para a semana que vem.

O terceiro é o relatório do mês, e o custo por lead está em verde.

Três e-mails, três boas notícias.

Aí você abre a única planilha que ninguém te manda: a de quem pagou.

Ela não combina com nenhum dos três.

Repara na fila.

A plataforma entregou o clique que cobrou.

A agência entregou o relatório que prometeu.

Quem fez a peça entregou a peça, quem mexe no site entregou a página no ar, e todo mundo recebeu no dia certo.

O único da fila que só recebe se alguém comprar é você.

E foi justamente o seu número que não fechou.

Ninguém ali mentiu.

É que ninguém ali é pago pelo que você vende.

Faz um teste agora, leva um minuto.

Abre o relatório do mês passado e procura a linha “quantos desses viraram cliente”.

Se a linha não existe, não é descuido.

É que ninguém naquela mesa é cobrado por ela.

Você já tentou resolver pelo caminho óbvio.

Trocou de agência.

A primeira reunião da nova foi ótima, porque a nova sempre explica direitinho onde a antiga errou.

Pediram acesso ao gerenciador, ao pixel e ao site, e avisaram que os primeiros sessenta dias são de aprendizado.

Você concordou, porque a anterior tinha dito a mesma frase.

“Aprendizado” tem nome de escola, mas a mensalidade quem paga é a sua verba.

No mês três, o relatório mostrou o custo por lead caindo.

Estava certo.

E estava medido contra o mês um deles, que é sempre o pior mês da conta.

O que ficou mais barato foi refazer o que você já tinha pago.

Você não pagou caro por anúncio. Pagou caro por recomeçar.

E cada troca zera o placar de novo.

Ninguém naquela mesa foi contratado para te contar isso.

Agora repara no efeito.

O criativo é julgado por clique.

A campanha é julgada por custo por lead.

A página é julgada pela taxa de conversão.

E quem é julgado por vender?

Cada fornecedor bate a meta dele e o seu mês não fecha.

Não é má fé.

É contrato.

Nenhum deles precisa do outro para receber, então nenhum deles olha para o lado.

A peça boa vai para uma campanha errada.

A campanha certa cai numa página que não converte.

O lead certo chega às seis da tarde e espera até amanhã no WhatsApp.

A venda cai no chão entre um e outro, e ninguém debita isso de lugar nenhum.

O prejuízo aparece três semanas depois, disfarçado de mês fraco.

E você, que não contratou três empresas para ter três relatórios, entra na quarta reunião de alinhamento do mês.

Isso tem conserto.

E o conserto não é trocar de agência mais uma vez, porque a quarta agência assina o mesmo contrato que as três anteriores.

O conserto é mudar o contrato: uma operação só, julgada pela venda.

Antes de eu explicar como, você tem todo o direito de perguntar quem está dizendo isso.

É uma pergunta justa.

Eu faria primeiro também.

Gabriel Zavelinski

Gabriel Zavelinski

CEO da Comscience, e quem vai estar do outro lado do seu diagnóstico

Quero meu diagnóstico

Se você já se reconheceu em três destas linhas, a conversa provavelmente vale a meia hora.

Quem está escrevendo isto

Eu passei cinco anos do outro lado dessa mesa.

Tive agência, por volta de cinco anos.

Sei como se monta um relatório que está todo correto e não serve para nada, porque eu montei.

Ninguém mente naquele slide.

Acontece que o cliente é cobrado por contrato fechado e a agência é cobrada por entrega feita, e os dois passam meses achando que estão falando da mesma coisa.

A agência cresceu, e eu mudei de Irati para Curitiba.

Uma empresa de inteligência artificial tinha acabado de receber um aporte de dez milhões de reais e estava montando a diretoria.

Fui um dos escolhidos, como CMO.

Fechei o meu ciclo na agência ali, e fui de Curitiba para São Paulo.

Eu não tenho faculdade nenhuma.

O que eu levava na mala era número, não canudo.

Do lado de dentro, descobri que a briga era a mesma, só com outro crachá.

O comercial dizia que o lead era desqualificado.

O marketing dizia que o comercial não sabia vender.

Os dois tinham razão, e a empresa continuava sem fechar o mês.

Foi ali que a conta virou.

Uma solução que o nosso time construiu venceu um desafio em Dubai promovido pela Emirates Airlines e pela Meta: um sistema que guia pessoas com deficiência em cada etapa de uma viagem.

Na mesma empresa, criamos o primeiro portal de notícias do mundo feito inteiramente por inteligência artificial.

Aquilo não era campanha.

Era uma operação que decide sozinha o que fazer a seguir, em cima de informação que chega em tempo real.

Quando eu já dominava a inteligência artificial tanto quanto dominava o marketing, saí.

Fui Head of Artificial Intelligence na Valor e Saúde e no Grupo Mover.

E em 2026 subi no palco do Congresso Brasileiro de Inteligência Artificial Generativa para contar o que aprendi juntando as duas coisas.

Por que isso muda alguma coisa para a sua verba

Poucas pessoas viram essa briga dos dois lados da mesa.

Eu vi dos três: montei o relatório na agência, recebi o relatório como CMO, e hoje pago a fatura do anúncio da minha própria empresa.

Por isso eu digo, sem modéstia: ninguém entende melhor a dor de quem paga essa conta.

Quem vem do marketing contrata IA como fornecedor e entrega o mesmo processo de antes, só que mais rápido.

Quem vem da engenharia entrega uma ferramenta impecável que não faz ideia do que é um cliente ruim.

Depois de dez anos juntando as duas coisas, fundei a Comscience em agosto de 2025: uma venture builder com uma aposta só, inteligência híbrida.

A cognição e a criatividade, que são nossas e ninguém copia, potencializadas pelo que a inteligência artificial faz melhor do que a gente.

O Composer é o que sai disso.

Durante dez anos, o processo que faz uma verba virar cliente rodou na minha cabeça, empresa por empresa.

Eu tirei esse processo da cabeça e transformei em produto, um de cada vez.

Quando o último ficou pronto, o processo inteiro estava fora de mim, rodando sozinho.

Isso é o Composer.

Uma operação que assume o seu marketing e a sua aquisição de clientes inteira, do anúncio ao contrato.

Acaba a briga eterna entre comercial e marketing, porque não existem mais dois lados: existe um número, e alguém respondendo por ele.

O diagnóstico é comigo.

Quero meu diagnóstico

Quem vai olhar a sua conta é quem escreveu isso aí em cima.

O problema não é você. É que ninguém está operando.

Repara numa coisa.

Você não está sem fornecedor.

Você tem fornecedor demais.

Tem quem faz o criativo.

Tem quem sobe a campanha.

Tem quem mexe no site quando sobra tempo.

Cada um entrega direitinho a fatia dele e vai dormir tranquilo.

Só que ninguém acorda de manhã responsável pelo número inteiro.

E aí adivinha em quem sobrou?

Você virou o gerente de projeto do seu próprio marketing.

Cobrando prazo por WhatsApp.

Juntando peça de três fornecedores diferentes.

Traduzindo o que um falou para o outro entender.

Enquanto o trabalho que só você pode fazer no seu negócio fica esperando na fila.

Você não contratou marketing.

Você contratou mais uma reunião recorrente na sua agenda.

Cansado de agência que não entrega?

Quero meu diagnóstico

Sem compromisso. A conversa é de 30 minutos e o plano fica com você.

Daqui a pouco eu te mostro exatamente o que entra no lugar disso, e com que nome. Antes, um minuto sobre como seria a sua segunda-feira.

O que muda quando alguém assume de verdade

Imagina a segunda-feira assim.

Você não precisa escolher entre dez ideias.

Não precisa cobrar peça de ninguém.

Não precisa descobrir no dia 30 que a verba evaporou num anúncio que ninguém olhou desde o dia 3.

Tem uma coisa só na sua frente: o resultado, e quem responde por ele.

  • Mais previsibilidade.
  • Mais tempo.
  • Menos reunião para descobrir o que aconteceu.

E, com alguma sorte, voltar a ser o dono do negócio em vez do estagiário dele.

A mesma segunda-feira, dos dois lados

Operação por palpite

  • Dez ideias na mesa e nenhuma decidida
  • Peça cobrada por WhatsApp, de três fornecedores
  • Campanha no ar sem saber qual anúncio paga
  • Relatório que explica o passado no dia 30
  • Você no meio, traduzindo um para o outro

Operação

  • Uma prioridade, decidida por quem responde
  • Peça saindo junto com a campanha
  • Corte do que não paga sem esperar reunião
  • Número que quer dizer alguma coisa no fim do mês
  • Você fora do meio, de volta ao seu negócio
Quero meu diagnóstico

A segunda-feira acima não vem de graça, mas o mapa para chegar nela vem.

Isso tem nome. E o nome não é uma metodologia que eu inventei para caber num slide.

Como funciona

Você não está comprando tarefa. Está ligando uma operação, peça por peça.

Marketing, na maior parte das empresas, é um monte de gente fazendo pedaço.

O criativo não sabe o que a campanha precisa.

A campanha não sabe o que a página promete.

A página não sabe quem o seu comercial consegue atender.

E o relatório chega no fim do mês só para explicar o que já aconteceu.

Aqui não tem pedaço solto.

O Composer é o maestro, e os cinco produtos abaixo são o que ele rege.

Cada etapa da sua aquisição tem um produto com nome, função e alguém respondendo por ela.

Eles entram nesta ordem.

  1. Fase 1

    ComWatch

    O seu mercado entra na tela.

    Tecnologia proprietária que monitora os seus concorrentes em tempo real. Toda vez que um deles sobe uma campanha nova, a gente é avisado na hora, analisa a campanha dele para achar os furos e monta uma campanha melhor que a dele. Você para de descobrir por acaso, no feed, o que o vizinho já vem fazendo há meses.

  2. Fase 2

    Marketeer

    A peça passa a sair no ritmo da campanha.

    A partir da leitura da concorrência e das campanhas dela, o Marketeer não sai testando centenas de criativos para ver qual pega. Ele parte do que a sua concorrência já validou com dinheiro, otimiza a oferta e faz o melhor criativo em cima disso. A gente inverte o jogo: em vez de testar dezenas de peças até achar a boa, acha a boa pela análise. Post, carrossel, vídeo e criativo de tráfego saindo junto com a campanha, não três semanas depois dela.

  3. Fase 3

    Pageneer

    O clique ganha para onde ir.

    A página que recebe o anúncio, construída para performar em três frentes ao mesmo tempo: busca, IA, e os agentes que hoje leem o seu site antes de qualquer pessoa. Usa as melhores práticas de UX e design, e o funil e a copy são desenhados a partir do conhecimento de grandes nomes do marketing, que o Composer transformou em agentes para construir o funil inteiro.

  4. Fase 4

    ComPilots

    A operação para de depender de agenda.

    Tecnologia de Agentic AI: agentes exclusivos, feitos para a sua operação, plugados nas etapas que hoje ficam esperando alguém aparecer: a resposta, a triagem, o acompanhamento. O que era fila vira fluxo.

  5. Fase 5

    News AI

    A demanda para de depender só da verba.

    Conteúdo publicado de forma contínua, otimizado para busca e para IA desde a primeira linha. É a parte que continua trabalhando nos meses em que você decidir gastar menos com anúncio.

Quais dessas fases entram primeiro, e quais nem precisam entrar, é exatamente o que o diagnóstico define. De graça, e antes de você assinar qualquer coisa.

Quero meu diagnóstico

Você sai da conversa sabendo quais fases o seu caso pede, mesmo que contrate outra pessoa para tocar.

Antes de você continuar lendo

Isso aqui é para você?

A resposta honesta é: depende. Então vale conferir na lista antes de gastar meia hora comigo.

Faz sentido se você se reconhece em alguma destas linhas

  • Você paga anúncio todo mês, no Meta, no Google ou nos dois, e a verba já é uma linha fixa do seu custo.
  • Você já trocou de agência ou de freelancer pelo menos uma vez, e a troca mudou o relatório sem mudar o caixa.
  • O relatório que chega fala de clique, alcance e custo por lead, e nunca de quanto cliente entrou.
  • Quem faz o criativo, quem sobe a campanha e quem mexe no site são pessoas diferentes, e é você quem passa o recado de um para o outro.
  • Dá para dizer, olhando o lead, se ele podia comprar de você: tem o perfil, tem a necessidade, tem como pagar. Só ninguém te entrega esse número hoje.

Não faz sentido se

  • Você nunca pagou anúncio. A garantia compara com o seu histórico, e sem histórico não existe garantia, só promessa.
  • Você ainda não vende. Operação de aquisição não conserta oferta que o mercado ainda não quis.
  • Você quer alguém executando tarefa avulsa por hora. A gente responde pelo número, e para isso precisa mexer na operação inteira.
  • Você quer ouvir uma promessa maior do que a última agência fez. A nossa é menor, medida contra a sua própria conta, e é a única que a gente assina.
Quero meu diagnóstico

Se eu achar que não faz sentido, eu falo na própria conversa. Você fica com o plano do mesmo jeito.

O que roda na sua conta

Tudo que a sua aquisição precisa, operado por quem responde pelo número.

  • Anúncios no Meta e no Google

    Criação, subida, acompanhamento e corte do que não paga, sem esperar a reunião do mês que vem.

  • Criativos e vídeos

    A peça sai junto com a campanha, não três semanas depois dela.

  • Landing pages

    A página que recebe o clique é parte da campanha, não um pedido separado numa fila separada.

  • Medição que fecha

    Evento, atribuição e qualidade do lead, para o número do painel querer dizer alguma coisa no fim do mês.

  • Leitura da concorrência

    O que os seus concorrentes colocam no ar, acompanhado em tempo real, não uma vez por trimestre.

  • Agentes de IA

    Agentes exclusivos para a sua operação, respondendo, triando e acompanhando o lead nas etapas em que hoje alguém precisa aparecer.

Quero meu diagnóstico

A conversa começa pela frente que está travando o seu número hoje, não pela lista inteira.

Quem está do outro lado

Você vai falar com quem opera, não com vendedor.

O diagnóstico é comigo.

Não é com um closer treinado para contornar as suas três objeções mais prováveis.

Se eu achar que não dá para ajudar, eu falo na hora.

E você fica com o plano do mesmo jeito.

Falar comigo

Direto no meu WhatsApp. Sem formulário de qualificação antes.

O teaser que o congresso me pediu, sobre as palestras que eu ministro.Palestrante no Congresso Brasileiro de Inteligência Artificial Generativa

O diagnóstico

30 minutos. De graça. E você sai com trabalho feito na mão.

Não é call de vendas disfarçada de consultoria.

Você recebe coisa pronta antes, durante e depois da conversa.

E leva embora, mesmo que não vire cliente.

  1. Antes da conversa

    Mapa dos seus três maiores concorrentes (ofertas, anúncios, páginas), entregue antes da conversa

    Você chega sabendo qual oferta o concorrente subiu esta semana e qual anúncio ele mantém no ar há mais tempo.

    R$ 900
  2. Na conversa

    Leitura da sua conta de anúncios e do seu funil, ao vivo

    É a checagem dos erros que aparecem na sua conta, feita ao vivo, com você vendo a tela. A contagem de elegíveis lead a lead é trabalho da semana 1, não da chamada.

    R$ 1.500
  3. Depois da conversa

    Plano de 90 dias por escrito, seu para usar com quem quiser

    Quais erros estão na sua conta e em que ordem corrigir, o critério de lead elegível proposto para o seu serviço, e o que os seus concorrentes estão rodando agora. Sem marca d'água, e sem exigir que você contrate a gente para poder usar.

    R$ 600

Valor de tudo isso somado: R$ 3.000

Você paga nada.

Quero meu diagnóstico

Sem cartão, sem contrato e sem régua de e-mail depois.

E se não der certo

A gente assume o risco junto.

Se em 90 dias de operação o seu custo por lead elegível não ficar abaixo do seu histórico, o quarto mês é por nossa conta.

Critério escrito com você antes de a campanha subir: quem podia mesmo comprar de você, o lead elegível. A garantia mede esse número, não o volume.

Garantia Composer

Quero meu diagnóstico

A garantia vale para a operação. O diagnóstico nem precisa dela, porque não custa nada.

Antes que você pergunte

As dúvidas que aparecem toda vez.

Quanto custa?

O diagnóstico é grátis e não pede cartão. O valor da operação depende do tamanho da sua conta e das frentes que entram, e a gente fala disso na conversa, com o seu cenário na tela, não numa tabela genérica que não conhece o seu negócio.

Vocês são agência ou software?

Uma agência de IA premium, com curadoria humana, que desenvolveu as tecnologias proprietárias que compõem o Composer. Então somos uma agência, mas com tecnologias que só existem aqui. A IA faz a operação caber; quem opera é gente.

Preciso parar o que já está rodando?

Não. A leitura da sua conta serve justamente para separar o que já paga do que só gasta. Cortar o que funciona seria o primeiro erro.

Em quanto tempo eu vejo resultado?

Depende do tamanho da sua verba e do ciclo do seu produto. Por isso a garantia fala em 90 dias de operação, que é o prazo em que dá para julgar com honestidade. Quem promete resultado em sete dias está vendendo outra coisa.

E se eu já tiver agência?

Muita gente tem. O diagnóstico funciona como segunda opinião: você leva o plano por escrito e decide o que fazer com ele, inclusive passar para quem já trabalha com você. Sem marca d'água e sem pegadinha.

Quero meu diagnóstico

Ficou uma dúvida que não está aqui? Ela cabe nos 30 minutos.

No fim das contas, é só uma conversa de 30 minutos.

Você não assina nada.

Não paga nada.

Não entra em nenhuma régua de e-mail para o resto da vida.

E sai com um plano que é seu.

O pior cenário possível é você perder meia hora e ganhar um mapa dos seus concorrentes.

O melhor é você parar de trocar de agência que não entrega e passar a ter quem responde pela sua venda.

Quero meu diagnóstico

Último empurrão: o plano por escrito é seu de qualquer jeito.